Que a minha mãe, quando o meu irmão era pequeno, usava uns sprays nos colchões, cortinas, almofadas etc para matar os ácaros. Ele era muito alérgico e o médico mandava fazer essas coisas com regularidade.
Ora ando aqui numas limpezas de primavera e estava a pensar em usar uma coisa dessas no colchão deste Minúsculo, ou se valeria a pena usar, visto que ele não sofre muito destas coisas.
Tenho até a impressão que vi isso na tv aqui há dias, mas, fico na dúvida porque o senhor da farmácia disse-me que isso já não se usa há anos, que foi tudo retirado do mercado. Não me convenci muito e saí de sobrolho levantado.
A pergunta é, para a mães dos mais problemáticos, isto é verdade? Saiu mesmo?
E se não saiu, o que usam?
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Lembro-me
terça-feira, 28 de abril de 2009
Semana de aniversários
Para não variar e porque é uma tradição no meu dia de aniversário, estou com uma grande constipação. Recebi flores e miminhos das pessoas que gosto, mas amanhã é que há jantar cá em casa com a família para festejar estes dois dias.
Há dois anos atrás estava eu ENOOORMEE em casa com o Nuno, em processo de mentalização, porque a partir do dia seguinte, tudo ficaria diferente. E ficou mesmo. E ainda bem.
E hoje,
Aprendemos como ladram os cães em mandarim:
Huãng Huãng!
Muito útil : )
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Deolinda
Diálogos ao fim da tarde:
Sara - Queres ouvir música?
(diz que sim com a cabeça)
Sara - Qual?
M (com muita veemência) - Mamã!! FON-FON-FON! Aquela! (e aponta para o iPod)
Os Deolinda são a sua nova paixão. Ponho o Fon Fon Fon e ele desata a dançar como se estivesse no rancho folclórico de Laveiras.
domingo, 26 de abril de 2009
Está a ficar um homem grande
Este Minúsculo.
Hoje gritou corre! corre! e força! e oh meu deus! durante o FCP-Victória de Setúbal e disse mais!!! mais!! quando viu as maminhas da Maria João Bastos no fim do episódio do Equador, perdendo todo e qualquer interesse nos carrinhos com que estava a brincar.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Foi assim,
Depois de sairmos da escola, sentei-o na cadeira do carro, respirei fundo, tirei a xuxe-neo-baby do bolso e enfiei-lha pela goela. Nem teve tempo de ver o que lhe aconteceu, e nem reclamou! UPA!
Depois do jantar, deu-lhe para o exame; começou a olhá-la com rigor, rodopiou-a e deitou-a para o chão com o sobrolho um tanto ou quanto levantado.
Morri três bocadinhos, mas consegui disfarçar. Fui forte e enquanto mordi o lábio e não dei importância.
Mais tarde, com o barulho das luzes e uma fralda de pano à mistura lá consegui que adormecesse com ela sem grande aparato sonoro.
Mas, hey!, só amanhã é que canto vitória!
Obrigada a todas! pou : ' )
Comprei
Uma xuxe Neo-Baby 4+ (apesar de me parecer ligeiramente maior que a Chicco 6+ e da forma por fora ser diferente) e guardo comigo alguma esperança para a noite de hoje.
Wish me all the luck *
quarta-feira, 22 de abril de 2009
A panca
Deste Minúsculo pelas nojentinhas chuchas de borracha - que, muito embora sejam úteis durante a noite pois não lhe vincam as bochechas, ou nas quedas que não lhe rasgam os lábios, mas que atraem tudo o que é porcaria como se fossem imans - começou muito cedo. E, muito embora eu tenha feito um stock considerável, entre perdidas e mordidas, já só restam duas. Isto porque comprei vários tamanhos e ele recusa as de mais de 18 meses, senão ainda restavam 6 e eu era uma garota bem mais feliz.
Desde que entrou na escola tornou-se um viciado na chucha, em vez de a usar só para dormir como sempre tinha feito, e agora com a aproximação do fim das chuchas tenho concentrado esforços, e mobilizado familiares e amigos, na procura de chuchas daquelas porque tem sido impossível habituá-lo a outro modelo. Sim, acreditem que já experimentei de tudo!, até com carros!!, e se há alguém que gosta de carros é este Mini.
Ainda ontem vieram umas de Espanha que encontrei na net, em pacotes de 3, com tetina fisiológica de latex, iguais a estas pah!, mas, infelizmente, por fora são de plástico. Ainda consegui que, a meio do sono lhes pegasse, mas de manhã quando acordou e viu que tinha dormido toda a noite com aquilo só não me mandou para o ca%"#/&o o porque ainda não aprendeu essa palavra. Foi uma cena macaca logo pela fresca, para começar o dia a abrir bem a pestana. Podia jurar que foi para a escola aborrecido comigo e tudo.
A Sofia disse-me que na pré-natal há umas muito parecidas, para eu tentar. Mas, AI!, parecido não é igual e eu preciso agora de um tempo para me recuperar deste confronto em particular e de mais uma derrota em geral. Uf.
terça-feira, 21 de abril de 2009
Quase com dois anos
domingo, 19 de abril de 2009
Todos os dias
Aprende palavras novas. Muitas! É à razão de 3 ou 4 por dia. Uma euforia, portanto.
E repete tudo o que ouve. Agora não se pode dizer nada sem se pensar 3 vezes primeiro.
No outro, dia quando foi comigo lanchar com umas amigas, disse:
Olá gajas!
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Portugal dos pequeninos : )
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Chegaram
Hoje, as notas do segundo período.
Foram melhores que as do primeiro, por isso, achei que o devia recompensar com um miminho.
Como agora decidiu que já não gosta nem de gelatina nem de morangos, comprei-lhe uma action figure do Dr Manhattan; para que se vá acostumando ao conceito do paradoxo espacio-temporal.
Decerto que apreciará e dentro de pouco tempo tornar-se-á num mestre da mecânica quântica.
: ' )
A propósito da Vacinação
A partir de um post daqui, achei que este tema daria uma boa entrada para o Babygrows.
A crescente corrente de pais que optam por não vacinar os seus filhos é um assunto preocupante. Ao contrário do que a maioria das pessoas poderá pensar, o Plano Nacional de Vacinação (PNV) não é obrigatório. Para quem não o queira cumprir, basta assinar um termo de responsabilidade, que será apresentado nas escolas ou noutros locais onde normalmente é exigido o boletim de vacinas.
Esta leveza leva-me a temer que muitos pais não vacinem os filhos porque é mais prático andar com um papel do que levar a criança várias vezes ao centro de saúde.
Existem vários mitos em torno da vacinação, mas o que mais despoletou esta fúria anti-vacina foi um estudo publicado na revista Lancet (1998) que relacionava a vacinação com o surgimento do autismo. Apesar deste estudo ter sido mais tarde “condenado” por vários cientistas, por falta de sustentação, esta foi uma ideia que se espalhou, fazendo com que os pais não arriscassem vacinar os filhos.
No entanto, grande parte dos pais que se recusa a vacinar os filhos fá-lo por convicção ideológica ou “filosófica”, baseando-se na teoria de que as vacinas são apenas um meio para engordar a indústria farmacêutica.
No meu entender, a vacinação devia ser obrigatória por uma simples razão: ao escolher não vacinar, estes pais estão a pôr em risco a vida dos seus filhos e dos filhos dos outros. Mais ainda, todas as populações com imunidade reduzida (idosos, recém-nascidos, doentes infecciosos) ficam igualmente em perigo.
Sou absolutamente a favor da escolha dos pais em assuntos que não interfiram directamente com as outras pessoas. Um pai pode e deve escolher se quer recolher as células estaminais no nascimento do filho, pode e deve escolher se quer colocar o filho na creche, pode e deve escolher que tipo de ensino a criança deve seguir, porque nenhuma destas escolhas põe em risco o próximo, porém, um pai que decida não vacinar o filho devia ser responsabilizado judicialmente.
Se a tendência de não vacinar os filhos continuar, pelos hipotéticos riscos não provados que as vacinas possam ter, assistiremos certamente ao ressurgimento de doenças infecciosas como o sarampo e ao aumento do número de casos mortais. É urgente, neste caso, que as dúvidas legítimas sejam completamente esclarecidas e que todos assumamos a nossa responsabilidade perante o resto da sociedade de seguirmos os programas de vacinação vigentes, se não o fizermos pela nossa própria saúde e dos nossos filhos (in Ciência Hoje).
terça-feira, 14 de abril de 2009
Diálogos matinais
figura silvestre diz:
fui levar o Minúsculo à escola e diz uma miuda:
olha, a mãe do V. tem as maminhas a abanar, não traz soutien!
Saritão diz:
AHAHAHAHAHAHHAHA
Saritão diz:
nao é possivel
Saritão diz:
: /
figura silvestre diz:
juro-te!
Saritão diz:
mas era mais velha que ele não?
figura silvestre diz:
sim claro
figura silvestre diz:
dos 5 anos
Saritão diz:
e não levavas soutien?
figura silvestre diz:
a mesma que anunciou que eu tinha cortado o cabelo
figura silvestre diz:
a cusca de serviço, portanto
figura silvestre diz:
oh, tantas vezes que não uso soutien
Saritão diz:
libertina!!!
figura silvestre diz:
mas passarei a usar sempre que for à escola
Saritão diz:
não fazes mais que a tua obrigação
Saritão diz:
vestir com decoro












