quinta-feira, 29 de maio de 2008

Aprendeu

Hoje, a dizer não com a cabeça.
E, claro, serviu de resposta para tudo o dia inteiro. Inclusivé para se ir deitar.
Temo o pior. Ui.

Diversos

  • Serviço Público
Queria deixar aqui a informação acerca do Hospital Egas Moniz onde o M. foi visto por um otorrino.
Ainda que eu seja um pouco avessa ao atendimento em urgência, porque os médicos não conhecem o bebé, o seu historial etc, era imperativo que ele fosse visto por um especialista e ainda bem que foi. Quando lá fui nem 5 minutos esperámos.
O serviço de urgência de Otorrino do Hospital Egas Moniz funciona todos os dias úteis das 08.00h às 20.00h.
O contacto telefónico é 21 043 22 35.
  • A saúde do M.
O M. está a recuperar lentamente. Já está a comer melhor, mas ainda o acho muito prostrado.
Entretanto já marquei consulta noutro pediatra, do qual tenho as melhores referências porque é o da minha sobrinha.
  • Queixa da médica
Queria também deixar claro que a razão pela qual não faço queixa da médica é uma razão cobarde e é pela cobardia dos utentes e doentes que os médicos vão saindo impunes das incompetências que exercem. Não farei queixa porque a médica é pediatra neonatologista do Hospital onde tive o M. e onde provavelmente terei um segundo bebé. É a única razão. Além disso e apesar de reconhecer que o seu procedimento foi negligente, ela foi acima de tudo incorrecta e malcriada o que, por si, não dará qualquer resultado numa queixa formal. É evidente que se tivesse sido algo ainda mais grave, não hesitaria.
Para mim é uma página virada.
Obrigada a todos.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Um ano

Foda-se!
Emociono-me :$


mini-mini, originally uploaded by supertatas.
(em cima da minha cama, no dia em que chegou a casa. maio^2007)

terça-feira, 27 de maio de 2008

E o mais inacreditável...

Continuando a saga que iniciei no post anterior, decido relatar que falei com a pediatra do M. hoje ao final do dia. A conversa que iniciei com ela por telefone, num tom (apesar de tudo) calmo, descambou.
Liguei-lhe para lhe dar conta do que se tinha passado, que tinha decidido ir a um especialista não obstante o que ela me tinha dito. Disse-lhe que diagnóstico é que lhe tinham dado. A partir daí foi um descalabro. Elevou o tom de voz, dizendo que agora eu já devia estar contente porque afinal de contas o que eu queria era que o M. tomasse antibiótico porque eu, como a generalidade dos pais não aguenta a febre dos filhos. Disse ainda que de gargantas de bebés percebia ela e que o M. não tinha amigdalite nenhuma, que tinha sido um disparate completo eu dar-lhe antibiótico.
Disse-me que nunca mais me queria ver a mim ou ao meu bebé no seu consultório, uma vez que a partir de hoje a relação de confiança que tínhamos teria acabado e que esperava que o M. nunca tivesse uma infecção grave porque com a quantidade de antibióticos que daí para a frente ele iria tomar, nunca iria ficar bom.
Expliquei-lhe, sempre num tom calmo, que a minha confiança não terminou, apenas optei por saber a opinião de um especialista. Disse-lhe ainda que lhe estava a ligar para lhe comunicar que ERA EU que não queria que ela visse mais o meu bebé e não o contrário. Era eu que via o meu filho a ficar cada vez mais prostrado e com febre e não ela. Continuou aos gritos até que eu educadamente disse "com licença, vou desligar".
Eu esperava que ela se sentisse posta em causa. Esperava que ela não quisesse continuar a ver o M. Mas jamais pensei que ela atingisse o baixo nível que atingiu. Ela sabe que errou e estava à espera do telefonema porque começou com 3 pedras na mão. O diagnóstico que fizeram ao M. é claro como água: ou tem pús na garganta e é uma infecção que precisa de ser debelada ou não tem pús e a inflamação passa. Mas não estava a passar e eu nem quero pensar nas consequências que isto poderia ter tido se eu tivesse deixado andar mais tempo.
Não querendo estender este post, assim que o M. ficou com febre, eu liguei à pediatra e sempre por telefone, ela foi dando indicações. Como, passado 72 horas ele não melhorou e continuou prostrado e com febre, telefonei-lhe e insisti para que o observasse. Fui eu que insisti, para saber se havia complicações da parte respiratória (porque ele já teve uma bronquiolite) ou da parte dos ouvidos e garganta (porque já teve uma otite e uma estomatite).
Sinto-me defraudada. E temo, temo porque esta médica em quem eu depositava a máxima confiança e que, verdade seja dita, até este episódio nunca me deu razões de queixa porque sempre foi atenta e disponível, demonstrou uma presunção, uma omnipotência e um fundamentalismo que são assustadores. Como me disse hoje o otorrino: será que ela trata os filhos dela assim?
Agora vou marcar consulta noutro pediatra e esperar que pelo menos seja mais humilde.

Mudar de médico?

Depois de 4 dias com febre a rondar os 39º, ontem levei o M. à pediatra. De acordo com ela, tem líquido nos ouvidos e a garganta inflamada.
Farta de o ver sofrer, a comer e a dormir mal, decidi levá-lo hoje ao otorrino. Diagnóstico: amigdalite eritemato-pultácea. Tratamento: antibiótico obrigatório. O míudo tem a garganta coberta de pús de tal maneira que até o hálito tem um cheiro esquisito. Esta é uma infecção bacteriana que pode ser causada por streptococus e que por isso mesmo pode ser muitíssimo grave ou ter consequências gravíssimas. O otorrino que o viu nem queria acreditar que ele tinha sido visto no dia anterior pela pediatra e que esta não lhe tinha receitado nada a não ser Brufen e benuron. Chegou ao ponto de me perguntar se ela tinha filhos e se trataria os filhos dela assim.
Ainda me estou a recompôr do choque porque não percebo como é que alguém licenciado em Medicina não é capaz de diagnosticar uma amigdalite sobretudo quando se trata de um bébé que está tão congestionado que até tem a cara inchada e a garganta a escorrer pús.
Eu acho que os antibióticos devem ser receitados em último recurso, mas convenhamos, ela ultrapassou uma barreira e se eu soubesse que as coisas eram assim tão graves já o tinha levado a um especialista.
Eu sempre acreditei na explicação dela quando me dizia: é viral logo não leva antibiótico, mas o estado em que ele está e que era visível ontem como é que ela não admitiu que se tratava de uma infecção grave?

domingo, 25 de maio de 2008

Doente...outra vez

Passou mais ou menos um mês desde que esteve doente com febre e agora está outra vez com febres que no seu ponto alto chegaram aos 39 º.
É viral, diz a pediatra, precisa de antibiótico, dizem os avós.
É uma velha luta esta dos avós não confiarem no pediatra que escolhemos. Já falei com vários pais e o tema é recorrente: esse médico é uma besta, não percebe nada, não vê que o bebé está a sofrer.
Todos têm razão. De facto os bebés sofrem quando estão com febre tão alta, mas nem sempre o antibiótico é a solução para todas as doenças. Se for viral, é como tomar um anti-colesterol para tratar a enxaqueca.
O que é uma grande chatice é eu ter o miúdo doente quase todos os meses, provavelmente porque lhe vai nascer mais um dente. Fico stressada, triste porque não gosto de o ver assim e não consigo despreocupar-me, por muito que saiba que não é nada grave.

Lembrei-me

Que é já daqui a 2 dias que faz um ano que comecei o trabalho de parto, mas no fundo é como se fosse hoje, porque no ano passado dia 26 também era um sabádo-para-domingo, e eu estava em casa a ver tv, como hoje, e pensava que as contracções eram cólicas, por isso passei a noite a correr para o apoio incondicional e sempre reconfortante do meu wc (muito embora nada acontecesse, claro!, e só por volta das 5 da manhã me ter apercebido que aquilo era regular - se calhar, humm...), como hoje; só que hoje tenho uma intoxicação alimentar : )
Ou melhor : (
Ou vice-versa. Não sei. Aahhah.
Ai.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

E agora

Vou dar-lhe o biberon, o último da última lata de Nan.
Amanhã começa a beber do pacote, está a ficar crescido este Minúsculo : )

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Felizmente

Este Minúsculo sempre comeu de tudo e com muita facilidade, talvez seja fruto de partilharmos sempre refeições iguais ou apenas alguma benesse genética, mas a realidade é que à medida que vai crescendo as suas exigências culinárias vão sendo também cada vez mais refinadas e não tolera que eu coma alguma coisa sem lhe dar, o resultado disto é, por exemplo, eu abdicar de comer caril para comer peixe cozido e ele ser, provavelmente, o único bebé que se delicia a comer rúcula com tomate cherie temperado com azeite, vinagre balsâmico e oregãos :D
A questão é que começou a recusar a papa do pequeno almoço para comer praticamente todos os meus especial k com leite meio gordo, e ao lanche recusar o iogurte para só querer pão com queijo flamengo e um copo de leite, que INSISTE EM COMER E BEBER SOZINHO!!! Apesar de ser muito engraçado de se ver, não tanto de se limpar, acho que talvez seja demasiado novo para estas andanças gastronómicas, não? Que dizem as mamãs mais experientes?
Entretanto enviei um mail a Dra Solange Burri e para a semana já temos a consulta de 1 ano no pediatra como tal também falarei com ele sobre isto. A ver.

sábado, 17 de maio de 2008

E com 1 ano e duas semanas


- Já começa a habituar-se ao esquema novo de refeições, introduzido há 3 dias:

sopa + prato + fruta. Não come necessariamente por esta ordem, o que dá petiscos tão bons como peixe cozido com papaia ou sopa com frango e pêra. Cozinha de fusão portanto.

- Está a fazer tratamento para o constante nariz entupido e tosse. 2,5 ml de Zyrtec e 1 comprimido de Singulair por dia. São remédios para alergia que no caso dele servem como anti-histamínico.

- Está cada vez melhor das birras. Já se entretem cada vez mais sozinho, ao pé de nós, palrando alegremente e a brincar com tudo o que lhe aparece à frente. Não sei se é dele ou da indústria dos brinquedos, mas, um puzzle de duas (2!!) peças ainda não é um conceito que ele consiga apreender muito bem. Encaixar um limão pequenino num limão grande (é um puzzle de frutas) dá muito trabalho. Gosta muito de brincar com uma bolinha pequena, que persegue sem parar.

- Há 3 dias deu o seu primeiro passo confiante e sem apoios. Depois deixou-se caír e riu-se muito.

- Já perdi a conta à quantidade de vezes que arrumo as molas da roupa no cesto ou os brinquedos na caixa. Ter a casa arrumada deixou de ser uma prioridade.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Eu

Com a idade do Minúsculo : )
Mais coisa menos coisa.


eu, originally uploaded by supertatas.
(foto tirada pelo meu pai^1978)

Receitas para Bebés II

A receita original falava em água mineral especial para bebés.

Couscous com Frango
Ingredientes

40g de peito de frango
30g de sêmola fina de trigo
1/2 cenoura - cerca de 35g
1/2 curgete - cerca de 80g
400 ml de água

Preparação

Lave, descasque e corte a cenoura em fatias muito finas.
Lave e corte a curgete em fatias muito finas, sem lhe tirar a casca.
Ferva a água numa caçarola. Junte os vegetais e coza cerca de 10 minutos.
Polvilhe com a sêmola e deixe cozinhar mais 8 minutos.
Cozinhe o frango embrulhado em papel vegetal no microondas, a 900W, durante cerca de 45 segundos, e desfie.
Junte o frango ao cuscuz de vegetais. Misture e sirva.



Apesar do transtorno

E de todo o cansaço inerente a esta rotina do biberon da meia noite - voltámos a ela há uns tempos, reduzindo o jantar, por uma questão de regular sonos/refeições/bom humor deste Minúsculo - confesso que já tinha saudades.
É um momento de cumplicidade tão sereno que quase me comove.
Deverei culpar o meu tratamento hormonal por isto ou será realmente mesmo assim? ; )

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Receitas para bebés I

Estive a fazer uma compilação de receitas para bebé que encontrei por vários sites. Nem sempre são específicas para bebés e algumas adequam-se a toda a famíla.


Açorda de peixe e legumes

(A partir dos 8 meses ou desde a introdução do peixe)

Ingredientes:

Cenoura ralada q.b.
Courgette q.b.
Alho francês q.b.
1 pão alentejano ou de mistura (aproximadamente)
1 lombinho de pescada fresco ou ultracongelado
Água q.b.
azeite q.b.
Preparação:
Refoga-se o alho francês no azeite até ficar transparente.
Junta-se os outros legumes deixa-se refogar mais um pouco, mantendo um fundinho de água.
Entretanto coze o peixe à parte num pouco de água temperada com alho e salsa.
Quando os legumes estiverem cozidos, juntar alguma água de cozer o peixe, previamente coada.
Deixa-se ferver e junta-se o pão aos pedaços.
Deixa-se cozer, em lume brando, até o pão estar bem molinho. Pretende-se textura bem molhadinha!
Juntar o peixe desfiado e sem peles ou espinhas. Juntar salsa picadinha e deixar levantar fervura.
Ter o cuidado de manter o lume brando para impedir que a açorda agarre no fundo do tacho.
Passar tudo na varinha ou esmagar com o garfo dependendo da idade do bebé.
Nota: esta receita fica bem com diferentes legumes, desde que já introduzidos na dieta do bebé, (ex. ervilhas)

terça-feira, 13 de maio de 2008

Todas as noites

Entro no seu quarto com ele ao colo e vamos baixar o estore, beijo-o infinitamente, depois deito-o, ligo a música, tapo-o muito aconchegadinho com o edredon e ponho-lhe o chupêtão atado num fraldico, dou-lhe uma festa sob o pretexto de lhe ajeitar a franja pela milionésima vez no dia, ainda antes de eu chegar à porta já ele se destapou todo e dorme assim toda a noite : (