Já começa a ser um hábito: sempre que vou à consulta de desenvolvimento do M. ele tem sempre qualquer coisa. Aos 8 meses foi a bronquiolite e agora, aos 10, uma otite. Ontem esteve 4 horas ininterruptamente a chorar de dores, nada o distraía, nem no carrinho a passear, nem no ovo dentro do carro, nem no jardim, nem ao colo. Nada. Um sofrimento atroz que se prolongou horas a fio e só terminou quando o sono o venceu. Ao jantar não quis comer. A pediatra diz que ele tem uma otite e a garganta inflamada e até estranha como é que ele tem vindo a comer tão bem nos últimos dias.
De resto, tudo normal, o peso é 8650 kg para 71 cm de comprimento. Pareceu-me pouco mas ela disse-me que nesta altura é normal eles aumentarem apenas 300 gr por mês. Não me preocupo porque acho-o bem gordinho agora.
Em relação ao desenvolvimento, a médica diz que talvez por ele dormir muito, ainda não se põe em pé sozinho ainda que o consiga fazer, só que não está para aí virado.
Nada de novo em relação à alimentação :( eu a pensar que já ia dar comida mesmo mas vamos manter as sopas, tudo passado e só para o mês que vem é que começo a pôr a carne e peixe desfiados (sem passar).
De qualquer forma ele já come tudo menos morangos e feijão, é continuar assim e esperar que a Primavera e Verão tragam frutinhas mais frescas ;)
* adenda: o M. só tem dois dentes em baixo...
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
10 meses e uma otite
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Na consulta
Hoje, o Minúsculo quase que foi virado do avesso pelo umbigo!!
O Soutôr disse que é importante espreitar lá bem para dentro até às profundezas e tê-lo sempre muito limpinho, disse também para eu não fazer aquela manobra em casa, para a deixar com os profissionais. Ora, eu nunca a iria fazer porque, muito embora ele não se tenha queixado, fez-me mta impressão, pobrezinho. Entretanto diz que devo limpar com delicadeza e um cotonete embebido em betadine uma vez por semana. Nunca tal tinha ouvido, mas sim senhor, cá estaremos para cumprir tal tarefa.
De resto, está magrinho (aumentou apenas 160 grs em 3 semanas), como se temia, mas nada por aí além e muito facilmente justificado pelas energias que gasta nos seus afazeres diários e corridas de obstáculos pela casa fora. Deu-nos uma linha de alimentação mais calórica, com mais lanchinhos e snacks espalhados pelo dia aqui e ali, e novos alimentos como os peixes brancos, ovos, citrinos e morangos; eu duvido que ele alinhe em tantas refeições, mas sim senhor, cá estaremos, outra vez, para tentar cumprir tal tarefa :)
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Antes
Eu vivia sozinha há 7 anos, agora vivo acompanhada 24 horas por dia 7 dias por semana. Antes eu nunca tinha nada para comer em casa, agora tenho o frigorifico recheado com toda uma enorme panóplia de legumes biológicos e frutos da mesma sorte. Antes eu tinha na carteira rimel e blush, agora tenho fraldas e um aspirador nasal. Antes eu dormia horas seguidas até matar as olheiras, agora acordo todos os dias, domingos e feriados, com as galinhas depois de me ter deitado com as corujas. Antes eu tinha medo da panela de pressão, agora é a minha melhor amiga. Antes eu sabia quando iam sair albuns novos dos mais variados artistas, agora tenho a conta do itunes por renovar há quase um ano. Antes eu era um dos ilustres membros da Região Demarcada dos Blogs Amigos do Dedal da minha querida Sofia, que reconhecia o criador de um vestido da passadeira vermelha apenas por uma breve mirada de um simples alinhavo, e este ano não só não vi um único filme nomeado para os oscars como adormeci ainda no ínicio da cerimónia.
Antes eu passava a vida à espera; à espera que acabasse o ano lectivo e viessem as férias de verão, à espera que chegasse aos 18 anos para poder tirar a carta, à espera que acabasse a faculdade para poder trabalhar, ganhar dinheiro, fazer coisas e viajar, à espera que acabasse o interminável dia de trabalho, à espera do fim-de-semana, à espera que ele nascesse.
Antes o tempo corria lento e tudo me parecia sempre de uma eternidade aterradora e exasperante. Agora, desde que ele nasceu, parece que tudo acontece em velocidades furiosas, que é tudo muito fugaz; é um oscilar entre o deslumbramento e o cerrar dos dentes para não me perder de mim na azáfama, com uma vontade muito grande de ser feliz, também por e para ele. É um voltar ver a vida pela primeira vez. É como que uma nova oportunidade de ver o que realmente interessa e tem valor, e desejar que tudo isto passe devagar, muito muito devagarinho, para ter oportunidade de usufruir e de me tornar melhor, muito melhor.
Porque estes (quase, quase, faltam apenas dois dias) 9 meses cá fora pareceram uma centésima do que pareceram os noves meses lá dentro. Porque ainda há bocadinho eu estava grávida, porque agora ele já leva a colher à boca sozinho e porque amanhã já me estará a pedir o carro emprestado: já tenho saudades, muitas saudades, até do que ainda está para vir :')
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Este fim-de-semana
Pela primeira vez: ganhou um galo na testa, deu uma volta completa à sua mesa-de-actividades-chicco-com-o-alfabeto-das-abelhinhas-com-passinhos-muito-precisos e, heroicamente, comeu a sua primeira refeição oficial de sólidos!
Gostou muito das massinhas, dos bróculos e da abóbora, o resto, bom... comeu-se, a carne principalmente, com uma ou outra careta extra, mas o saldo foi positivo :D
sábado, 23 de fevereiro de 2008
Grávidas e a moda
Agora que a minha barriga de 15 semanas já se começa a fazer notar, e para que não passe pela vergonha de as calças me cairem ao andar pela rua, comecei a explorar o "maravilhoso" mundo da roupa de grávida.
Comecei pela H&M, em jeito de passeio de almoço, e investi na roupa de fim de semana: jardineiras (que fazem parte do meu imaginário de grávida), saia de ganga, jeans, tops brancos e uma blusa já de verão (na H&M é ver e comprar...). Até aqui tudo bem: preços acessíveis, roupa jovem e desportiva.
O problema foi quando passei para a roupa "de semana", para o que a H&M, secção grávida, não tem, ou pelos não tem ainda, grande variedade.
Assim, e aproveitando a época de saldos, passei pela Formes à procura de umas calças castanhas de inverno. Nada fica por menos de 60/70€ !! Lá me conformei e trouxe umas calças e duas camisolas já a puxarem para a meia estação.
Não vão ser fáceis estes 6 meses, e nem quero pensar quando for à procura do bikini!
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Divisão das tarefas ou o comentário da Mafalda
Ultimamente os comentários que nos têm deixado geram novos posts o que é bom porque nunca falta assunto nem inspiração.
Na minha última entrada, sobre o cansaço que sentia, a Mafalda de 22 anos comentou:
Eu leio o vosso blog desde o início, e se há coisa que me faz confusão é ficar com a ideia de que os homens estão bastante ausentes, não só no vosso caso mas também nas histórias dos outros blogs para os quais têm links. Com isto não quero dizer que eles estejam emocionalmente ausentes (...) Por favor, digam-me que a divisão das tarefas é 50/50, e que vocês só falam pouco sobre o que eles fazem porque estão a contar o que se passa pela vossa perspectiva, que é portanto "parcial"... É que tenho 22 anos e nunca, mas nunca, me veria a ter uma criança se o pai não fizesse metade do trabalho(...)
O Nuno, meu marido, pai do M. sempre esteve muito presente desde que ele nasceu até agora, quer "emocionalmente" quer "fisicamente". No que me diz respeito, não falo mais dele aqui, porque o blog é a minha perspectiva da maternidade e não a dele e gosto de o preservar.
No entanto, não quero deixar de dizer que a visão da Mafalda é um bocadinho ingénua, ao pensar que as tarefas são divididas 50/50. Isso não é possível, a menos que o pai e a mãe tenham horários semelhantes e trabalhem em áreas/ carreiras parecidas e perto um do outro. Caso contrário, é impraticável. Eu tenho um emprego menos exigente do que o meu marido, o infantário é a 5 minutos do meu local de trabalho pelo que, quando saio, sou eu que vou buscar o bebé (já fui eu a levá-lo) e naturalmente, em casa, se o meu marido só chega por volta das sete e meia, oito horas, eu não posso estar à espera dele para dar de comer ao bebé e dar-lhe banho.
A divisão de tarefas acontece mas de outra forma: ele liberta-me mais ao fim de semana, ajuda-me com as tarefas da casa (pôr roupa a lavar, estender roupa, pôr a mesa e pôr louça na máquina) e de manhã é ele que trata do bebé enquanto eu me arranjo.
Outra coisa que não queria deixar de dizer à outra pessoa que comentou a seguir à Mafalda:
Se eu abdico, nesta fase da vida, que a minha carreira progrida a 100%, espero que o meu companheiro faça o mesmo...
Estou em total desacordo com esta mensagem, por uma simples razão: pensar desta forma só traz ressentimentos futuros entre os dois. Além do mais, se é necessário um abdicar de alguma coisa, convém que outro não abdique para garantir que a vida (financeira) se mantenha saudável.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Cansaço
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Já lá vão...
... 14 semanas de gravidez com muito sono e uma (parece) quebra de tensão. O sono tem mesmo sido o pior (e a única coisa má até agora).
Será que vai ser assim por mais 6 meses?
A propósito
Dos últimos posts deste blog achei que podia falar um pouco da minha experiência, das minhas crendices e achamentos.
A Sara disse há tempos que eu tenho tendência para falar apenas das coisas boas do meu Minúsculo, mas a realidade é que não tenho coisas más para falar. Felizmente nunca ficou doente (para além de um nariz entupido) e o seu temperamento é de fácil trato (menos quando tem sono, quando está super-estimulado ou há algum tempo sozinho e quer atenção. o que me parece perfeitamente normal). Nunca sofreu de cólicas, nem de horas de sono trocadas e sempre tivemos, desde o primeiro dia, uma coexistência muito pacífica.
Não quero com isto dizer que não existam birras, que não existam noites más, que ele não tenha a sua personalidade e os seus ginetes, que não me teste, que não existam alturas em que eu me canso ou irrito, porque claro sim, claro que existem e nem ele é um santo nem eu sou um monge budista doutorado em paciência ilimitada. No entanto penso que tudo isso faz parte da evolução natural dos bebés e são fases com as quais temos que lidar o mais calmamente possível com a certeza de que irão passar, porque a meu ver quanto mais calmas estivermos mais calmos eles ficam (aqui há tempos eu passei por uma fase de enorme stress, por motivos alheios a todas as questões que envolvem a maternidade e afins, por motivos de saúde minha, e notei que ele também ficou muito mais agitado, era muito mais difícil lidarmos um com o outro).
O único ponto crítico deste Minúsculo é o sono, quer dizer é o adormecer, porque ele dorme muito bem, doze horas por noite, das 20:30 às 08:30 mais coisa menos coisa com um biberon por volta da 01.00 que lhe dou antes de eu ir dormir, faz duas ou três sestas por dia, desde cerca dos dois meses que dorme a noite inteira e desde os três que dorme no seu próprio quarto. A questão é que a janela entre o já-estou-demasiado-cansado-para-estar-acordado-e-já-dormia e o já-deixaste-passar-o-momento-e-agora-estou-mesmo-rabujento é tão pequena como uma paramécia, raramente conseguimos conciliar a nossa vidinha com esse momento tão efémero e muitíssimo facilmente ele entra no campo da birra e da luta contra o sono (a primeira grande birra de sono que fez tinha apenas dois dias, foi depois de um dia de muitas visitas ainda no hospital e já foi carregadinha de lágrimas!) - basta andar na rua, basta receber visitas, basta estar mais estimulado, basta estar entusiasmado com novas façanhas que acabou de descobrir que consegue fazer etc etc. Como tal acaba, grande maioria das vezes, por adormecer ao meu colo, sentadinhos no sofá, no quarto dele, na sala, aqui em casa ou noutra freguesia, agarrados à fraldica e à chucha enquanto lhe falamos baixinho sobre o que fizemos durante o tempo que estivémos acordados ou o que iremos fazer quando acordarmos.
Ora todos me dizem que isto é um péssimo hábito, todos me despejam mil e uma teorias, livros e técnicas sobre o que eu devia fazer para deixar de o adormecer ao colo (claro que eu nestes-quase-nove-meses já tive oportunidade de experimentar muitas!) e todos me rogam pragas de como vou sofrer horrores num futuro próximo, como estou a criar um pequeno enorme tirano mimado, mas a questão é que eu simplesmente prefiro tê-lo pacificamente adormecido nos meus braços em mais ou menos cinco minutos do que em horas de birra agonizante, porque infelizmente é o que acontece. É verdade. Já tentei. Muitas vezes. Muitas, muitas vezes. Não acredito que lhe faça assim tão bem a ele - nem aos seus pulmões que, a julgar pelos décibeis que debita desde o dia um, já vinham em óptimo estado - e tenho a certeza absoluta que não me faz bem a mim!!! Acredito, outra vez, que o bem estar da mãe, físico e mental, se reflete no bem estar do bebé.
Não sou apologista do choro controlado, dá-me cabo dos nervos, e noto que ele fica num crescente exaltamento que só piora e atrasa as coisas. Entramos os dois num esquema de pescadinha-de-rabo na boca que é pior a amêndoa que o cimento! Conheço-lhe, como qualquer mãe, muito bem os choros, choradinhos e choraminguices, sei quando é coisa para um minuto ou dois, sei quando é coisa para um crescendo em alegreto galopante; aí não me acanho e vou logo ter com ele. Acredito, muito!, que os afectos são importantes, os beijinhos, os abracinhos, os olhares cumplices, os contactos fisicos, as brincadeiras, a sesta que dormimos juntos etc, e não lhos poupo; acredito que o fazem sentir seguro, acredito que é por isso que consigo que ele se entretenha sozinho (sem me ver, porque se entretem bem sozinho desde que eu esteja na mesma sala que ele) durante longos períodos de tempo (uma horinha de manhã no máximo, e periodos de meias horas da parte da tarde) que me permitem tratar da casa, de mim e de toda a logística que ele implica ou então simplesmente não fazer nada, acumulando pilhas de roupa e quejandos por aqui e por ali, o que me sabe a melão com presunto e coca-cola 8)
Agora que se mexe muito bem pela casa toda é claro que faz birras passado algum tempo de estar no parque ou acordado na cama, e para mim faz todo o sentido que depois de provado o doce sabor da liberdade se sinta mal preso. Acho apenas salutar que se ponha em pé agarrado às grades num enorme pranto, acho sinal de inteligência, muito embora às vezes não me convenha nada ou não me apeteça.
Optei por modificar a minha decoração e retirar objectos potencialmente perigosos da casa toda do que me esforçar por habituá-lo a estar preso, e por fazer tarefas que sei que não poderei interromper facilmente se ele me chamar - como tomar banho - quando ele está a dormir. Prefiro tê-lo ao meu lado na cozinha entretido com uma colher de pau e uma tampa de um tacho enquanto eu arrumo loiça ou faço sopa etc do que estar a fazer isto ouvindo-o gritar desesperamente da sala. Desde que gatinha e me persegue que as birras quase que acabaram - menos quando volta e meia se ofende por não o deixar comer os comandos da tv ou subir para a mesinha de café no meio da sala - por isso acho que ainda há esperança para as mães dos birrentos-pré-gatinhantes. Nada temam! ;)
Ainda o mês passado eu dizia que tinha sido o mês em que ele tinha evoluído mais, este mês digo que é este (provavelmente para o próximo também o direi) porque ganhou independência, ganhou muita segurança em si próprio, revelou muito mais da sua personalidade, faz muito mais companhia, interage muito mais, toca-me nas pernas quando estou atarefada ri-se e desata a fugir - parece que me desafia para jogar a apanhada, já percebe muito bem o não com a enorme diferença que agora já o respeita :D \o/ Já bebe àgua sozinho, quando quer vai buscar um dos copos/biberons que tenho espalhados pela casa, já me pede colo, até já se dirige para a cozinha quando tem fome. Acho que o facto de estar com ele em casa desenvolve mais rapidamente este tipo de entendimento.
Quanto a rotinas, bom, aqui me confesso, não sou muito dada a rotinas, nunca fui, e sou desorganizadíssima por natureza. Mas sou muito dada a paz. Acredito que não é preciso uma rotina de fazer tudo sempre igual e à mesma hora no mesmo sítio para haver paz. Acredito que a paz vem de uma boa relação com o mundo e as pessoas com quem se interage e se está, acredito que isso será o suficiente para se estar sempre bem, em qualquer lugar e em qualquer circunstância.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Caros leitores
Depois da participação massiva (!) no post Rotinas e em jeito de balanço, julgo que mais importante do que uma discussão agressiva, que não é de todo o que se pretende com este blog, foi muito interessante a troca de ideias que aconteceu nos comentários que nos foram deixando.
Cada mulher tem uma forma muito própria de ser mãe e muitas vezes, eu incluída (e mais vezes do que desejaria) perguntamo-nos se estaremos a fazer bem. Mais vezes ainda e ao ler os inúmeros blogs, livros e artigos que por aí ressaltam, perguntamo-nos "mas será que o meu bebé é normal"?
Concorde-se ou não, do que li dos comentários, parece-me que somos todas mães de bebés saudáveis e acarinhados.
Por todas estas razões, deixo aqui uma ou duas dicas, para além daquelas que tenho deixado ao longo destes meses todos e que, quem quiser pode aproveitar:
* Para dormir:
- Depois do banho, dou a sopa e a fruta (entre as 19 e as 20 h). O M. gosta de brincar um bocadinho depois de jantar, mas quando está com sono, esfrega os olhos e começa a atirar-se para cima de nós. É esse o sinal. Pego nele, verifico a fralda, dou-lhe um beijinho, deito-o, digo-lhe uns miminhos, chucha, boneco e música. O mais importante? Vou-me imediatamente embora. Não há palmadinhas no rabo, não há colos, não há cantorias. Raramente adormece depois das 21h30 (o normal é ir para a cama às 20h30 e ficar logo a dormir até ao dia seguinte, sem quaisquer interrupções).
A excepção: se está doente ou mais inquieto, faço tudo o que não se deve fazer: colinho, cantorias até adormecer.
Desde quando : desde sempre. Desde que nasceu que o meu procedimento e o do pai é este.
Se assim não for, ele estranha e não dorme, o que é particularmente notório quando vamos jantar a casa de alguém e ele não tem os seus rituais.
* Para acalmar birras (daquelas que, esgotadas as hipóteses sono, fome e fralda suja, já não sabemos de onde vêm):
- Pego nele e deito-o na minha cama, deitando-me eu ao lado dele. Falo-lhe com calma, canto e digo-lhe coisas ao ouvido. Às vezes resulta, outras não.
* Para fazer cocó (ah pois, porque só quem tem um bebé com este problema é que dá valor a esta dica):
- Sopa : pouca batata e pouca cenoura. Muito feijão verde e espinafres.
- Fruta: papaia, manga e laranja com bolacha.
- Água: não lhe toca. Detesta. A obstipação poderia ter a ver com este facto, mas acho que é mesmo dele, porque mesmo quando bebia apenas leite, tinha o mesmo problema.
- Leite de Magnésia (marca Philips) : remédio natural, de sabor a mentol; dou-lhe uma colherzinha depois de comer.
- Bebegel: tem de ser quando noto que já está mesmo muito incomodado.
E pronto. Espero que continuem a ler o Babygrows e a gostar do que vão lendo.
*
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Queria partilhar
E principalmente depois do post da discórdia, que hoje, pela primeira vez em oito-meses-duas-semanas-e-cinco-dias, entrou na minha casa de banho!, gatinhando atrás de mim. Ahhhhh e também usou sapatos : )
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Muito aterafado
Todo o dia, TODO O SANTO DIA!; a abrir e fechar gavetas e a espalhar os seus conteúdos, a abrir e a fechar portas, a gatinhar de divisão em divisão às vezes atrás de mim às vezes - muitas! - a fazer asneiras e a mexer onde não deve, a empoleirar-se em tudo, a dar passinhos, a cair, a magoar-se, a rir-se, a palrar, a gritar de felicidade, a desafiar-me, a chorar, a gritar zangado e a amuar quando o contrario, a fazer ginetes, a não querer dormir, sempre todo sujo e ranhoso, despenteado e desarranjado, e agora a novidade: rasgado! (ou descosido, sei lá :D)
E eu?? Cheia de cabelos brancos, é o que é! Faço-me muita peninha :(
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Brindes
Descobri recentemente que por estarmos grávidas temos direito a brindes! E se eu gosto de coisas grátis!
Há duas semanas, quando fui fazer análises ao sangue e o rastreio bioquímico, saí de lá com um saquinho cheio de brindes, oferta de um laboratório. Tive assim oportunidade de experimentar dois ou três cremes adequados à prevenção de estrias, uns toalhetes Dodot, uma fralda de recém nascido e mais uma quanta publicidade aos livros da Disney, bem como um guia de grávidas (por acaso cheio de mulheres feias, nada encorajador para em quem mal desponta uma barriguinha, embora orgulhosa...). Os toalhetes Dodot e a fralda de amostra foram cuidadosamente guardados, para momento mais oportuno.
Também já me disseram que no hospital me vão dar mais coisas, imagino que dentro do sector da cosmética/higiene.
Benditas farmacêuticas!!
















